a experiência do Brasil com políticas de ação afirmativa no ensino superior começou no ano de 2003. Documento analisa as Políticas de inclusão tanto nos sectores público como privado do ensino superior, que diferem muito na pai. Mostra como estas políticas têm incentivado uma maior diversidade entre os estudantes, acolhendo grupos que têm estado praticamente ausentes do ensino superior: pobres, negros, nativos e pessoas com deficiência, beneficiando assim aqueles que têm sido historicamente imprivilegiados na sociedade brasileira. Hoje, como a sexta economia mundial, o Brasil é um país de renda significativa, educacional, racial e desigualdades regionais.

Estes têm-se traduzido historicamente em menos oportunidades no mercado de trabalho e negação deo pleno gozo dos direitos dos cidadãos constitucionais para alguns, reforçando assim um ciclo vicioso de exclusão.

Nova ambiente internacional conducente à proteção dos Direitos Humanos e à luta por material e não apenas a igualdade formal entre os cidadãos levou a críticas ao seu sistema de ensino superior que discrimina contra certos segmentos da população—Negros, nativos, pobres e deficientes—enquanto favorecer uma elite branca economicamente privilegiada.

Este artigo analisa as Políticas de inclusão nos setores público e privado do sistema de ensino superior no Brasil, olhando como eles têm incentivado uma maior diversidade entre os estudantes universitários. Politico,também referido como ação afirmativa, são transitórios. O conselho de Ministros, reunido a nível de chefes de estado ou de governo, ações e orientações destinadas a beneficiar grupos historicamente não privilegiados.

O ProUni Universidade para Todos, foi criado em 2004 pelo presidente da República. decreto, e a implementação teve início no ano seguinte com base na Lei Federal n. º 11.096/2005. Presente o programa proporciona financiamento total ou parcial para estudantes em cursos de graduação ou sequenciais; o subsídio paga taxas de inscrição em instituições privadas de ensino superior. As instituições interessadas em fazer parte do programa reservar 10% ou 20% dos lugares em troca de isenções fiscais.

De acordo com os dados publicados no site do ProUni, os candidatos às bolsas devem ser Brasileiros, não ter um diploma universitário, ter estudado em escolas públicas( ou em escolas privadas com bolsa completa), ser um membro de um agregado familiar de baixo rendimento e aceite o ENEM. O programa leva em conta a proporção da população de negros e nativos no estado onde a instituição está localizada, com base em números do Censo.

Os requerentes os lugares etno-raciais também devem ser elegíveis de acordo com os critérios acima mencionados. Os estudantes deficientes são também elegível para o programa.

Os benefícios variam desde subsídios completos (para estudantes com rendimento familiar per capita até um salário mínimo) e meio) a 50% ou 25% de subsídios para estudantes com rendimento familiar per capita até três salários mínimos (3)

Cada candidato pode escolher dois cursos e duas instituições. A indicação das instituições e cursos é baseada nas pontuações dos candidatos no ENEM, sendo assim baseadas no mérito. Uma vez que existem retiradas e reafetações, duas rondas de chamadas são feitas com base na lista de candidatos bem sucedidos. No final do segundo round, o os subsídios disponíveis são oferecidos aos que estão na lista de espera de ProUni. O requerente de uma subvenção ProUni não precisa de faça os exames vestibulares de entrada da Universidade em que deseja inscrever-se. Dependendo dos cursos, os candidatos pré-selecionados podem ser submetidos a um processo de seleção específico, a título gratuito.

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Renato Abro 27 days ago

é verdade Natália, o prouni me deu a oportunidade de estudar - coisa que eu jamais teria se não fosse pelo programa do governo. Na minha sala de aula mais da metade dos alunos eram prounistas. A unica coisa que eu nao concordo é pelo método de seleção ser sempre pelo enem, mas principalmente pelo sisu. Tem muito vestibular 2020 que já nem tem mais processo seletivo próprio porque fazem tudo pelo Enem, sendo que o Enem nem é (desculpa o trocadilho rsrs) a melhor prova para selecionar alunos, serve mais para o MEC usar métricas do que para preparar os candidatos para as instituições acadêmicas e muito menos para o mercado de trabalho. Mas num país onde cortam verba do CAPES e desvalorizam a pesquisa antes de pensar em cortar custos banais como auxilio moradia para juiz que ganha mais de 4 mil por mês, realmente... já é de se esperar. Nem me assusto mais.

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Andr Teixeira 26 days ago

eu vivi na pele a desgraça que é esses programas do governo.... fui negro prounista nos primeiros anos que saiu o programa e sofri muito dentro da universidade. Estava vendo aqui que a taxa de alunos para o Prouni 2020 é grande, mas agora eu me pergunto: do que adianta colocar todaessa galera dentro das universidades - e no caso, para o governo isso é um gasto e tanto - para que poucos consigam concluir os estudos? Vamos comemorar por aqueles que conseguiram, mas vamos tentar se esforçar mais para os próximos editais também... e isso nao e so dever do governo, é dever dos professores, diretores, dos alunos!!!

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Andr Teixeira 19 days ago

E se preparem ai galera, porque já tá chegando a nova data do gabarito Enem 2020

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Renato Abro 19 days ago

Quem não conseguiu passar pelo sisu e prouni também pode conseguir fazer um financiamento na inscrição fies 2020. Geralmente as notas de corte são até mais baixas para esse programa, por ser um pouco menos concorrido...

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